“7 Homens”, Glauber, Bang Bang

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Se Antoine Fuqua fosse um grande cineasta teria abrandado um pouco os tempos em “Sete Homens e um Destino”, teria deixado lugar à falta de pressa, como Clint Eastwood, como Sergio Leone.

Ele não é. Na minha opinião John Sturges também não era. Mas Fuqua é um bom diretor, destaca-se no cinema atual, e seu “Sete Homens” deixa-se ver agradavelmente. Claro, um filme com Denzel Washington já sai em vantagem. Mas isso não garante muita coisa. Aliás, o restante do elenco também é muito forte.

O novo “Sete Homens” é um exercício bem interessante de rememoração do faroeste através de uns outros 20 faroestes. Digo 20 são mais ou menos os que reconheci, deve haver outros. Não é como o De Palma. É, me parece, um exercício de humildade.

O momento culminante não vem do faroeste ou do que entendemos classicamente por faroeste, mas de “Deus e o Diabo”.

Interessante para notar a presença, a marca enorme de Glauber Rocha no cinema mundial.

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